A Genética Aditiva atua na pecuária leiteira há mais de 25 anos, empregando tecnologia e genética avançada nesta atividade. Assim como é utilizada ordenha mecanizada e resfriadores na operação leiteira, também é empregada seleção para fertilidade e genética provada no melhoramento do plantel.
Todas as matrizes são inseminadas com sêmen de touros destaques para alta produção leiteira das raças: Gir Leiteiro, Holandês e Pardo Suíço Original. São buscados na produção animais rústicos, férteis, mansos, de boa habilidade materna, mas principalmente, bons de leite.
Vale lembrar que a produção de leite está diretamente relacionada à alimentação das matrizes. A adaptação do rebanho leiteiro às condições climáticas, e de alimentação do Brasil, é a principal forma de reduzir custo e de aumentar a rentabilidade desta atividade. Além da utilização de inseminação artificial, valoriza-se nas matrizes, a boa produção leiteira e apadronização racial, sendo portanto, eliminadas todas as fêmeas vazias, irritadiças e sensíveis a doenças e carrapatos.
A Genética Aditiva também desenvolve um projeto de criação de bovino composto voltado para o leite, que consiste no cruzamento de raças leiteiras como Gir Leiteiro, Holandês, Jersey, Pardo Suiço Original, Guzerá Leiteiro, entre outros, com o objetivo de produzir "animais bons de leite", adaptados as pastagens e clima brasileiros; melhor acabamento para frigorífico, e que possa manter elevado a heterose em cruzamentos contínuos. A utilização de animais compostos permitirá uma heterose superior a encontrada com raças sintéticas.